sábado, 1 de dezembro de 2012

Mostar - Relato de Viagem (mochileiro raiz);

MOSTAR


"Neste relato, o viajante fala sobre a guerra que separou a Iugoslávia, destruindo uma ponte de Mostar na Bósnia, que se transformaria no simbolo de independência"


DO PAÍS QUE SOBREVIVER É UMA DADIVA!


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Quando se atravessa a fronteira da Croácia com a da Bósnia, rapidamente se percebe nitidamente o contraste financeiro entre os países. A bandeira do país recém-nascido é linda! A Bósnia tem apenas vinte anos de existência... O ônibus durante o percurso praticamente margeia o rio Neretva de ponta a ponta. A paisagem dos Bálcãs é deslumbrante, as montanhas, a flora o rio verde esmeralda...
Mas quando atravessamos uma cidade, tudo muda, ainda parece que estamos vivendo em tempos de guerra, os prédios de cinco andares tem as paredes perfuradas de bala, no primeiro andar ficam as lojas, que parecem fantasmas, e algumas pessoas um tanto quanto estranhas, com comportamentos um tanto quanto suspeitos ficam observando o ônibus atravessar a cidade, até que o ônibus para em um aterro cercado por uma mata fechada, lá tem alguns carros velhos da década de oitenta estacionados. A situação chega a dar medo, mas os nativos da Bósnia veem aquela situação como normal...
Alguns passageiros, estranhos, sobem ao ônibus e depois de alguns minutos seguimos viagem à Mostar... Um dos passageiros sentou-se do meu lado, escutava uma versão moderna e local de “Eye of the tiger” de Surviver...  Cantava emocionado a música.  Achava aquele comportamento estranho, mas enfim o mundo é estranho...

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Veneza - Relato de Viagem (mochileiro Raiz);

VENEZA

"Neste relato o viajante fala sobre o romantismo pelos canais da cidade de Veneza na Itália, da dicas de viagem sobre Rialto e praça São Marcos!" 

UM PARADOXO DE CIDADE!


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 Estava em Mestre, prestes a embarcar no trem que me levaria à cidade mais glamorosa do mundo! Meu único delírio era: Veneza! Pensava na cidade mais romântica do mundo...
Um dos berços da humanidade capitalista, elo entre o mundo ocidental e o mundo oriental, cidade em que nasceu, no século XIII, meu ídolo “Marco Polo” um dos grandes mochileiros da Idade das Trevas, mas ao desembarcar o devaneio estava prestes a acabar, o choque com a realidade me levaria a outras divagações...
            Antes digo, que a forma mais barata de se chegar à Veneza é indo de ônibus até Mestre e de lá pegar o trem até a cidade glamorosa (Tem trens a cada meia hora). Não fique perdendo tempo na fila, se compra a passagem nas barracas de jornal da estação. Reserve os albergues com antecedência, ou fique em Mestre.
            Quando se chega a Veneza, descobrimos o obvio: a cidade está entupida de gente, parece quase impossível detectar um nativo veneziano. As pontes lembram formigueiros, pois estão entupidas de turistas. Há congestionamento de gôndolas nos canais, e, no Rialto tem que disputar espaço pra tirar aquela foto tradicional de Veneza.
Tem que se ter muita paciência mesmo, com as enormes filas, pra guardar a bagagem, nos restaurantes, pra comprar a passagem de trem... Tudo é extremamente caro, algo que parece óbvio. Mas afirmo, que nem a multidão, nem o calor conseguem tirar toda a beleza exótica de Veneza, mas começo a filosofar sobre seu Glamour, seu lado romântico, tão comuns na literatura e nos filmes hollywoodianos...

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Barcelona - Relato de Viagem (mochileiro Raiz);

BARCELONA


"Neste relato o viajante fala de suas aventuras pela Catalunha na Espanha, da dicas do que conhece em Barcelona, desde as obras de Gaudi até os bares de Rabla e Barceloneta!"


DIAS NA RUA


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O recepcionista disse: "Não ha mais vagas!" "Mas eu reservei!" "Foi para o dia 28, sinto muito!" O atraso do vôo da BRA me ferrou, voltei para a rodoviária de Barcelona e com os poucos Euros que ainda tinha, guardei a bagagem e segui a pé rumo a Sagrada Família, as bolhas no pé não doíam mais, me acostumei a elas, meia hora de caminhada e... Êxtase total ao ver a imponente construção de Gaudí!

sábado, 24 de novembro de 2012

Uyuni - Relato de Viagem (mochileiro Raiz)

UYUNI

"O viajante relata sua experiencia em atravessar a cordilheira dos Andes pelo Salar de Uyuni na Bolívia até o Atacama de jeep passando pelo vale Dali" 

DAS CORDILHEIRAS


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Na cidade de Uyuni você só tem uma coisa pra fazer, ir até a pracinha central comer uma hamburguesa, tomar uma breja, conhecer outros mochileiros e aguardar o passeio de jipe. São muitas as opções, mas as mais procuradas são duas: A primeira é a de um dia visitando o Salar, ou a segunda opção: três dias indo até a Laguna... Escolhi a segunda, mas optando por ficar na fronteira com o Chile e seguir em um ônibus até San Pedro do Atacama...
Há uma possibilidade de cruzar os Andes de trem até Calama, mas as saídas são escassas e se perde muito tempo nesse projeto de viagem.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Potosi - Relato de Viagem do Nogal (mochileiro Raiz)

POTOSI

"ESTE RELATO O FORASTEIRO DESCREVE A SENSAÇÃO DO EFEITO DO SOROCHE NAS ALTURAS ANDINAS!"

EU QUERO AR

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Potosi é uma das cidades mais altas da Bolívia, está acima dos 4 mil metros, aja fôlego, o centro da cidade na parte mais alta é revestida com uma arquitetura espanhola da era da colonização, nesta parte da cidade ficam os restaurantes, o museu de La Moneda que é um dos mais interessantes da Bolívia, e um pub, que acredito ser o que se encontra no local mais alto da América Latina, isso merecia una Breja, a local, que é de um litro tomada na temperatura ambiente, quase sempre abaixo de 5 graus, a rodoviária fica na parte baixa, onde também se concentram as pousadinhas mais baratas: sobe, desce, sobe, desce...