quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Ávila - Relatos de Viagem

ÁVILA

"Neste relato o Forasteiro fala de sua jornada pelas cidades espanhóis de seus antepassados!"

DAS GERAÇÕES

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Agora seguia, para outra cidade de Castilla, aproximadamente após três horas de uma viagem confortável de trem, estava em outra cidade medieval espanhola: Ávila. Pequena, desconhecida para nós Latino-Americanos, a cidade tem lá seus encantos, se Toledo era minha cidade Laranja, Ávila era minha cidade branca, com suas muralhas, torres, catedrais, museus e tudo que um mochileiro adora, em se tratando de uma cidade medieval.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Toledo - Relatos de Viagem

TOLEDO

"Neste relato o Forasteiro conta suas experiências cruzando castelos de épocas medievais!" 

ENTRE A ESPADA E O DRAGÃO

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Em Madrid peguei o trem até Toledo, na verdade o trem aqui da Europa é diferente de todos que andei até hoje, nem parece que é trem! Não sei como, mas o design da poltrona a deixa mais confortável, é espaçosa tanto em seu tamanho, como em sua distância entre o próximo assento. O movimento cadenciado e sutil do trem ti convida ao descanso, a sonhos improváveis durante o percurso.
Irritei-me quando cheguei, queria continuar naquele trem (se você não entende, porque estou tão feliz, consulte os relatos que falo sobre o Trem da Morte, ou dos trens na Índia...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Amsterdam - Relatos mochileiro

AMSTERDAM

"Nestes relatos o Forasteiro conta sobre a vida noturna na capital holandesa!" 

ERA OUTRA VEZ

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Malas prontas, coração batendo a mil, louco para pegar o avião e chegar logo em Delhi, mas sabe como é “No meio do caminho havia uma pedra, uma pedra no caminho...”:
Era uma vez, Amsterdam, quer dizer outra vez, talvez por isso estava desmerecendo esta cidade européia, mas o que seria um único dia... Seria um dia inesquecível? Pelo menos, na Índia, as meninas ficaram recordando por vários dias com pesar e saudosismo de Amsterdam, tinham mais saudade de um misero dia na Holanda do que de toda existência no Brasil, também não era para menos... Ahh o primeiro mundo! Elas diziam maravilhas dos belos holandeses, eu das belas dos cabelos alaranjados é claro, todos jovens e com elegância pedalavam pela cidade com suas bickes estilosas e olha que eram bastante, muitas mesmo, cruzando as pontes sobre o rio Amstel.

domingo, 19 de setembro de 2010

Alto Caparaó - Relato

Fábula: A escalada e a metamorfose.

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Em Belo Horizonte pegamos um ônibus que seguia à noite para Manhumirim, ainda pela madrugada já havíamos chegado ao Terminal Rodoviária da pequena cidade, algo parecido com um mercado, que por sinal ainda estava fechado. Sentamos na guia da calçada atrás de uma banca de jornal, pois ventava muito, faltava só uma garrafa de cachaça para sermos confundido com os bebuns locais! Eles vinham de algum rodeio, eu imaginava isso, porque atravessavam a avenida com roupa de caubói: Botas, cinto, chapéu... Vinham bêbados, cantando músicas de Chitãozinho e Xororó, nos olhava com estranheza, como se fossemos uma metamorfose ambulante, sentados ali no chão e seguiam seu caminho. Até que amanheceu, o Terminal abriu e compramos uma passagem para o Alto do Caparaó. 

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Ouro Preto - Relato Mochileiro

Diga Xxxxxxxxxxx

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Antes de chegar respire fundo, prepare o dedinho para os cliques, pois se você é um fotografo ousado, Vila Rica te inspira na arte de fotografar! Descendo na pequena rodoviária, não pegue o táxi até o centro, vá caminhando, é pertinho... E logo terá seu primeiro deslumbre! A paisagem da cidade e ao fundo a Serra do Espinhaço! Igrejas arriba, igrejas abaixo, cruzes pra cá, cruzeiros pra lá sobre o céu de um impecável azul deixando suas fotos maravilhosas... Enquanto vamos descendo a rua de paralelepípedos não dá pra esquecer os adjetivos, eles não saem da boca, quase sempre escancarada de fascínio...

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Salvador - Relato Mochileiro

10 anos depois...

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Quando começo a relembrar meu passado dá uma certa nostalgia, percebo que estou ficando velho, e, como o tempo passa rápido... Dez anos atrás! Diríamos que este será um reencontro com Salvador, um olhar mais maduro para a terra de todos os santos... Desta vez não vou me embebedar com cravinho e virar noites no largo do café, acordando com ressaca no albergue ao som do Timbalada, desta vez não! E como Salvador cresceu, se estruturou para o turismo! O terminal rodoviário é enorme e organizado, foi lá que deixei minha mala no guarda-volume e sai para me reencontrar com a cidade... 

domingo, 12 de setembro de 2010

Jericoacoara - Relato Mochileiro

Na terra dos inocentes

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Estava em algum lugar do mundo perdido, chamado de Tururu, dando voltas na Igrejinha da cidade. Motivo: ônibus quebrado. A viagem que leva cerca de 7h de Fortaleza à Jericoacoara, hoje levará um pouco mais... Quase a tardizinha fazíamos baldeação em Jijoca em um pau-de-arara com tração nas quatro rodas para atravessar as dunas até Jeri... Para o motorista não se perder naquele deserto cearense, ele se guiava pelas estrelas, e, quando já estávamos próximos do vilarejo podíamos avistar o farol. Para manter o vilarejo dos pescadores em seu estilo rústico tradicional, construíram as vias elétricas por baixo da terra. 

domingo, 5 de setembro de 2010

Novo Airão - Relatos de Viagem

Dias de Martim!

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Eu não tinha tempo para cruzar o rio Amazonas até Belém, mas queria sentir a moção de navegar em um catamarã à noite pelo rio Amazonas, foi assim que embarquei no Porto de São Raimundo para Novo Airão, não custava muito, e o capitão pediu que eu levasse uma rede. À noite quando cheguei, só estava com a mochila, dormiria no convés, não estava disposto a gastar dinheiro com rede, sentei no chão de madeira do lado das minhas bagagens e fiquei observando as luzes de Manaus ficar para traz, digo que senti uma nostalgia muito grande, lembrei dos romances de José de Alencar, estava deixando uma metrópole e adentrava na relva, o rio Negro é imenso, os extremos da floresta ficavam bem distantes, o catamarã iluminado era apenas um fagulho na imensidão escura do Amazonas, um mero vagalume num remanso suave das ondas do rio.

sábado, 4 de setembro de 2010

Manaus - Relato Mochileiro

Lar doce Lar

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Estava feliz, me sentia como a melhor pessoa do mundo voltando a almoçar a típica comida brasileira, repetia incontidamente: “Mais feijão, mais feijão!” ia ao delírio comendo um prato feito com bife e alface... Depois do momento de glória, era hora de xeretar um pouco pela cidade, andar pelo centro, visitar um shopping, bisbilhotar na Universidade, conhecer o famoso teatro de Manaus, o terminal portuário, me preparar para as diversões que a cidade podia me oferecer... Rapidamente comprei em uma das agências o passeio que leva ao famoso encontro das águas do Rio Negro e Solimões, algo imperdível... Descobri que na cidade o Zoológico (CIGS) era um grande atrativo, como o Parque Mindú também...