domingo, 17 de julho de 2011

Mérida - Relato de Viagem;

MÉRIDA

"Neste Relato o Forasteiro fala de suas experiências ao visitar as ruínas Maias!" 

ONDE SE INICIA O CARIBE

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O México é um país que estou aprendendo a gostar, viajar por aqui nunca foi tão fácil, o ônibus é eficiente, mesmo a empresa Ado monopolizando o meio e encarecendo as passagens. Do lado dos terminais estão as hospedagens mais baratas, em Mérida consegui uma hospedagem com banho privado por apenas 100 pesos.
Um ônibus te deixa na entrada das ruínas de Itza por 62 pesos, um pacote custa 120 dólares na cidade e inclui guia na visita, como não quero saber de guias, vou por conta, a única coisa que me deixou aborrecido foi não me deixarem entrar com meu tripé só sítio arqueológico, cobravam 3600 pesos... Isso me magoou bastante, como posso fazer minhas filmagens!

Ciudad de México - Dicas Mochileiros

CIUDAD DE MÉXICO

"Neste relato o Forasteiro conta suas primeiras impressões ao chegar no México!"

PRIMEIRAS IMPRESSÕES

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Depois de algumas horas de viagem, lá estava eu descendo no distrito, foram poucas horas na capital, mas tempo suficiente para transcender em uma nova experiência. O começo era animador!
A capital tem aqueles climas inexplicáveis de grandes subúrbios, cena de Drops, ou daqueles filmes antigos que mostravam New York ou Philadelphia! O metrô velho e laranja que cruza a cidade, jovens trajados com roupas dos anos setenta, cabelos ao estilo Jim Morrison, ruas escuras e sujas, que chega a dar certo medo, ou causam má impressão a princípio, e, a cada novo passo outros filmes vão surgindo na mente, alguns de famílias mexicanas, Labamba...

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Mochileiros: Paquerar?


Está é uma matéria bem interessante que encontrei pela net e resolvi compartilhar com vocês no blog:

Os melhores xavecos do planeta!!!
Veja quais são as táticas dos estrangeiros mais bem-sucedidos do planeta na pegação (alguns exemplos)

Na arte da pegação, não há espaço para a arrogância. Você não pode pensar que conhece tudo – sempre tem alguma coisinha para aprender. As mulheres são diferentes, e o que cola com uma pode não ter a menor graça para outra. Por isso, fomos atrás dos povos mais bem-sucedidos do mundo no quesito xaveco para tentar desvendar suas artimanhas. E propomos agora um intercâmbio cultural para que você, leitor, aprenda as táticas mais eficazes.




Quem: franceses
O que eles têm para ensinar: além do charme incontestável da língua, os franceses olham as mulheres nos olhos, mesmo que seja no meio da rua, e lançam coisas infalíveis como “très belle” (muito bela). Timidez não existe para esses caras, que não têm pudores em mostrar que estão interessados, mas não são grosseiros – são elegantes na abordagem. “Parece que eles não falariam a mesma frase para outra mulher além de você”, diz a produtora de TV Paula Prado, 32 anos.

Como é o approach: depois de elogiar a moça, mesmo que seja no metrô, eles não hesitam em pedir o número do telefone. Em bares e bistrôs, a paquera rola solta. “Os homens têm atitude e não ficam fazendo joguinho para se aproximar”, diz Paula. “Eu estava em um bar, sozinha, quando um francês veio até minha mesa e ofereceu-se para sentar. Minutos depois, me chamou para jantar em outro lugar – segundo ele, muito melhor do que onde eu estava. Ele foi tão sedutor que, quando vi, já estava na garupa da moto dele andando pelas ruas de Paris”, conta ela. O approach invariavelmente termina com o french kiss, ou o beijo de língua. “Apesar de saidinhos no primeiro momento, eles seguram a onda e as mãos, que não vão parar direto em nossas bundas. E eles não se cansam de falar frases românticas tête-à-tête.”



Quem: cubanos
O que eles têm para ensinar: eles entenderam bem o recado quando Che Guevara declarou que “Hay que endurecer pero sin perder la ternura, jamás”. Quando o assunto é pegação, eles trabalham bem no ponto fraco de nove em cada dez mulheres: a autoestima. Qualquer mulher que vá para Cuba tem a sensação de que é a mais linda do mundo.

Como é o approach: os cubanos olham mesmo, mexem e não são grosseiros. Se a mulher passa na rua, eles a chamam, mas não dizem coisas como “aê, gostosa!”, e sim elogios que soam como música: “hola, preciosa!” (algo como: oi, linda!). Ao mesmo tempo que fazem um ataque intensivo à vítima, mantêm aquele ar boa praça e divertido – se não colar, eles não insistem e ainda fazem piada. “Quando um deles se interessa por você, ele para na sua frente e faz mesmo cara de apaixonado. Diz que encontrou a mulher da vida dele e pede uma oportunidade para conhecer você. Parece piada, mas é tão bonitinho que muita gente vai”, conta a advogada Maria Carolina Alvarez, 30 anos, apaixonada pela ilha de Fidel. Outra vantagem é que todo cubano sabe dançar salsa – e eles não têm a menor vergonha de requebrar. “Lá pelas tantas, quando as garotas já rodopiaram a noite toda, eles falam meia dúzia de elogios ao pé do ouvido e faturam”, diz a bióloga Fernanda Naves, 28 anos, uma das que cederam.

Charme vale muito
Um estudo encomendado pela empresa de pesquisa Synovate ouviu 10 mil pessoas e concluiu que os italianos são os homens mais bonitos do mundo. O segredo do charme deles? A elegância e o cuidado com o visual valem mais do que a herança genética.

Cafas de sucesso
Um estudo conduzido pela Universidade Bradley, nos Estados Unidos, ouviu 35 mil pessoas de ambos os sexos em 57 países e concluiu que as mulheres se sentem mais atraídas por caras que fazem o estilo cafajeste.

Quem: italianos
O que eles têm para ensinar: parece impensável que esses narigudos espalhafatosos consigam passar o rodo com tanta agilidade. O ponto forte dos caras é a autoconfiança. Nenhum representante de outra nação consegue, por exemplo, se arriscar nas tendências de moda mais loucas sem parecer ridículo ou gay. Eles não pensam duas vezes, mesmo que isso signifique usar aquele sapato branco de bico fino – sem meia.

Como é o approach: apesar da fama de espalhafatosos, são discretos no flerte e usam da linguagem corporal. “É um olhar meio de rabo de olho: rápido e fulminante. Na segunda vez, além de olhar, lançam um sorrisinho safado, também de cantinho, sem mostrar os dentes. Comigo foi tiro e queda”, confessa Mariana Salém, advogada, 29 anos, recordando férias em Roma. Outra sacada: na noite, os rapazes nunca atacam garotas na pista de dança. Esperam que elas busquem uma bebida no bar para abordá-las. E fazem isso com segurança. “Quase sempre te guiam sem que você perceba para mesas ou lounges próximos à parede. E te enquadram de leve, mas sem serem agressivos”, afirma a vendedora Luisa Góis, 31 anos, que morou durante três em Milão. “Uma coisa me deixava sem ar: um pouco antes de beijarem pela primeira vez, muitos passam de leve a mão pelo seu rosto e levantam o queixo com um toquinho firme, mas delicado. Irresistível!”

Quem: argentinos
O que eles têm para ensinar: não dão mole para a mulherada de jeito nenhum. “Em Buenos Aires, o chicote estala. Você tem que se transformar em caçadora porque os rapazes te esnobam e muitas vezes só por birra cantam outra garota na sua frente”, afirma Luana Garucho, estudante de administração, 25 anos. Os hermanos mordem e assopram: mostram um pouco de interesse, mas não fazem (quase) nada para concretizá-lo e mantêm um ar meio de bad boy desinteressado.

Como é o approach: não ter approach. Aí está a questão. Os argentinos não ficam ciscando pela balada atrás de mulher. Eles chegam, pegam uma bebida, fazem pequenos grupos de no máximo três e dão uma avaliada no ambiente. Observam muito e de longe. Quando elegem uma sortuda, lançam um ou outro olhar. E, se vierem bater papo, passam longe do xaveco furado. “Um deles perguntou se eu poderia segurar o casaco e o celular dele para que ele pudesse amarrar o tênis. Quando terminou, começamos a falar sobre música e ele em nenhum momento ficou babando em mim ou de olho no meu decote. Ao contrário, fui eu que pirei com o jeito despretensioso dele”, lembra a jornalista Lígia Amaral, 26 anos. A tática age diretamente no ego feminino: a mulher fica com a impressão de que é especial, e não só mais uma.

Senso de humor
Uma pesquisa realizada pelo departamento de psicologia da McMaster University, do Canadá, constatou que 62% das mulheres preferem homens que as fazem rir.

Quem: australianos
O que eles têm para ensinar: graça, bom humor e delicadeza no trato. É assim que os australianos caçam suas presas e se viram em ambiente hostil. No país dos cangurus, não chove na horta de ninguém. Lá a relação de homens para mulher é inglória: há muito macho para pouca fêmea. “Senti a diferença desde a primeira semana em que cheguei em Sydney. Fui trabalhar em um bar e um cliente se levantou da mesa para me ajudar com a porta do balcão, supergentil”, recorda a gerente de vendas Alexandra Maciel, 29 anos.

Como é o approach: tudo lá rola na base da gentileza. Pense na forma como seu avô conquistou sua avó: se apresentando antes de jogar uma cantada qualquer, procurando saber os assuntos que a agradavam, depois oferecendo algo para beber e por fim a fazendo relaxar em sua companhia, de preferência contando casos divertidos que ocorreram com ele ou com amigos. “O jeito como eles xavecam parece tão natural que você não se sente um pedaço de carne com quem eles estão planejando transar logo mais”, diz a bióloga Samantha Regis, 30 anos. Eles também se esforçam para que as mulheres se sintam à vontade. “A maior parte se preocupa em fazê-la rir e relaxar. Tive um ficante que planejava um programa muito diferente toda sexta à noite. Até piquenique noturno organizou. Eles são sedutores sem ser apelativos”, avalia Samantha.

Quem: árabes
O que eles têm para ensinar: fazem questão de deixar claro que quem manda no pedaço são eles. A conquista é até um tanto invasiva. Mas mesmo a mulher mais independente e autossuficiente gosta de pegada. “Em tempos de metrossexual, um macho desses, com ‘m’ maiúsculo, é bilhete de loteria premiado”, conta a analista de marketing Samira Saled, 25 anos. O visual “homem de verdade” também está na cara, mesmo: a barba é levemente por fazer, o cabelo um pouco desgrenhado – e nada de depilação.

Como é o approach: o segredo é ser firme, se colocar no seu lugar de macho, mas sem espantar as moças. Os árabes olham de cima a baixo sem constrangimento, avaliam pontos fortes e trocam impressões sobre o material em alto e bom som (coisas do tipo “bom traseiro, belos dentes… não acha?”). Tanta objetividade, no entanto, só dá certo porque eles sabem mesclar esse primeiro contato meio agressivo com uma abordagem mais malandra. “O cara de pau, depois de comentar com todo mundo que a achou uma delícia, tem a ousadia de se apresentar para você, convidá-la para jantar e tratá-la como uma princesa persa”, conta a engenheira Larissa Louveira, 32 anos, que viveu no Oriente Médio por dois anos. “O fato de se comportarem como o marido dos seus sonhos na sua frente, e manter um olhar safado de quem vai te devorar logo mais, é irresistível.”




LEIA MAIS RELATOS SOBRE A ARTE DE SER MOCHILEIRO:






sexta-feira, 15 de abril de 2011

Atrações turísticas da China

Atrações turísticas da China

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Algumas dicas do mochileiro do que visitar na China, dos lugares por onde passei:

Palácio de Verão (Summer Palace) – Tíquete valido por um dia custa 50 RMB, abre das 9hs às 16hs e fica em Beijing, para se chegar ao palácio de metrô, a estação mais próxima é a de Beigongmen (Linha 4) e caminhar cerca de 10 minutos...

A Grande Muralha (Great Wall) – Há vários pontos possíveis para se conhecer a grande Muralha por toda extensão chinesa, mas o melhor acesso é por Beijing, a taxa de entrada é pequena se comparada com outros pontos turísticos mundialmente tão famosos quanto a muralha, a entrada custa 50 RMB, o caro é o transporte para se chegar até ela, se você não quer complicações contrate uma agência especializada... Geralmente vão te levar a Badaling, que é a parte da muralha mais próxima de Beijing (30 minutos de carro) e também a mais próxima... Eu escolhi ir por conta e em uma parte da muralha mais distante, onde eu pudesse exercer meu papel de viajante narcisistas egocêntrico, escolhi Jinshanling e não me arrependo (http://www.jslgreatwall.com/) Primeiro, temos que pegar um ônibus (980) até a Cidade de Miyun, então em Beijing desça na estação Dongzhimen (Linha 2) do Metrô e encontre a estação de ônibus de longa Distância de Dongzhimen, que fica escondida no meio de arranhásseis, a viagem leva 2 horas, custa 40 RMB... Chegando à Miyun é melhor negociar com um motorista local a ida(E a volta) até a muralha, 160 RMB é um bom preço por um bate e volta, a negociação se inicia em 240 RMB.

Cidade Proibida (Forbidden City) = Desça na Estação Tian’ Anmen West (linha 1) do metrô de Beijing e na verdade você paga para entrar no museu do palácio, 40 RMB, para subir em uma das torres, 15 RMB. (http://www.dpm.org.cn/)

Zoológico de Beijing = Tem uma estação de metrô da Linha 4, que fica na frente do zoo com o mesmo nome, a entrada custa 15 RMB, está aberto ao publico das 7:30Hs às 17Hs (http://www.beijinzoo.com/) eu particularmente não gostei, imaginei que iria encontrar um panda, mas nada disso...

Grutas de Yungang (Yungang Grottoes) = Chegando a Cidade de Dan Tong (6 horas de trem de Beijing) próximo a estação de trem pegue o ônibus 4, 1 RMB, espere a cobradora falar que pode descer que acabou a viagem, ponto final, e agora pegue o ônibus 3, também 1 RMB, o ponto final é nas Grutas... A entrada custa 130 RMB e na baixa temporada 100 RMB;

Terracota = Chegando em Xian ao lado da estação de trem partem ônibus (306) para o museu e custam 6 RMB, o role dura 1 hora, a entrada no museu custa 115 RMB;

Em Lijiang é necessário pagar uma taxa de visita pela cidade de 80 RMB, em todo local que for visitar será pedido o tíquete que comprove o pagamento como em Jade Spring Park, em outros locais será necessário além da taxa pagar outro valor de entrada:

Jade Dragon Snow Mountain – O tíquete custa 80 RMB, o parque fica a 35 kms de Lijiang, e fica mais interessante reservar o passeio com uma agencia de turismo local...

Jade Water Village – O tíquete custa 50 RMB, eu fui de bike (aluguel por dia 20 RMB) são 15 kms de Lijiang, a ida é uma elevação moderada e constante... Você também pode contratar uma agência.

Na China, geralmente ao entrar em uma das atrações turísticas você ganha um cartão postal local...

terça-feira, 1 de março de 2011

Siem Reap - Relato de Viagem (Mochileiro Raiz)

ANGKOR WAT

"Neste relato o viajante fala de suas façanhas de cruzar o sitio arqueológico de Angkor de bicicleta, pelas diversas ruínas do Camboja e dá dicas das atrações turisticas em Siem Reap!"

PEDALANDO PELO CAMBOJA


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Em Siem Reap aluguei uma bike por dois dólares, e daquele jeito: sem marchas, freio falhando... Meu objetivo era o de pedalar dois dias pelo sítio arqueológico de Angkor, você também pode ir de tuc-tuc, ônibus ou jipe fretado, mas cá pra nós, pedalar pelas ruínas é o must!Pelo menos pra mim, rsrsr...
O sítio arqueológico é imenso, é impossível vê-lo em um dia. O cartão que ti dá o direito de visitá-lo por três dias custa 40 dólares, e lhes digo, vale a pena todo o dinheiro investido, mas antes, para chegar à entrada de Angkor, precisei atravessar toda a cidade cambojana de Siem Reap, cerca de uns seis quilômetros de muita adrenalina! Aqui me tornei quase um expert no mundo das pedaladas, se você conseguir pedalar pelas ruas de Siem Reap, pedalará em qualquer lugar do mundo. Não existe uma mão a seguir, os veículos, ou melhor, meios de locomoção vem de todos os lados e para todas as direções, aqui a lei da gravidade, física é posta à prova, eu tinha um estreito caminho a percorrer entre motos, bicicletas, cavalos e carros velhos, mas ao chegar à Angkor esse trajeto surreal acaba, os carros acabam e o visual no horizonte é de uma imensa floresta sem fim...

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Phnom Penh - Relato Mochileiro

PHNOM PENH

"Nessa Crônica o Forasteiro fala de sua experiencia visitando um antigo campo de extermínio no Camboja!"

AS CICATRIZES DE PHNOM PENH

Ao entrar no Camboja é notório observar o contraste com qualquer outro país do sudeste asiático que com ele faz fronteira, e, logo vem o questionamento: Por que o Camboja é um país tão miserável? Parado no tempo? Chego à capital, Phnom Penh e vou atrás das respostas, como tantas outras cidades do mundo, o núcleo turístico é bem distinto do restante da cidade, é aqui que fica a região governamental, o museu Royal Palace, o Mercado Central, E os hotéis e restaurantes. Para se locomover pela cidade temos o tuc-tuc como melhor opção, como o dinheiro local não vale quase nada, o dólar se torna uma moeda presente, tudo praticamente custa um dólar por aqui...
Vou conhecer o Museu de genocídio Tuol Sleng, que fica um pouco distante da região central, cerca de meia hora de caminhada ou quatro dólares na mão do motorista do tuc-tuc... Daqui por diante começo a sentir na pele a tragédia cambojana, na medida em que vou me aproximando do museu, percebo que o local é uma escola e seus muros estão repletos de arame farpado.
Na década de setenta, Pol Pot assumiu o governo cambojano, e como estratégia de governo ditatorial adotou uma política fascista de escravidão de toda a nação e nesse local que visito, uma antiga escola, ele transformou numa prisão e centro de tortura, intitulado como s21, algo semelhante acontecia no Brasil com a Ditadura Militar em épocas de maior repressão com o AI-5.
Ao entrar no museu, rapidamente sentia o clima carregado e tenso, placas nos corredores pediam para que os visitantes não sorrissem ou tirassem fotos sorrindo, ia visitando sala, por sala, onde centenas de pessoas foram torturadas, e lá estavam às camas de ferro, amordaças, galões usados para incendiar as vítimas.
Os torturadores daquela época gostavam de tirar fotos dos presos, das vítimas após serem torturados, e agora ficavam dispostas no museu, diria que ver aquelas fotos, é como um soco no estomago, ficava sem ar, incrédulo com a crueldade humana, nas salas de tortura foram colocadas janelas para abafar os gritos das vítimas, agora o silêncio aplacado nos turistas vinha das cenas estonteantes em cada sala, foram colados arames farpados nos andares superiores, pois o sofrimento e horror eram tantos nesse local, que os presos tentanvam constantemente o suicídio, muitos da parte superior se jogaram...
Em outra parte do S21 ficava a prisão, as paredes das diversas salas de aula foram quebradas de forma grotesca, formando um enorme corredor, e, com tijolos pequenos, cubículos foram construídos em cada sala, nas celas cabiam apenas uma pessoa, no fundo do corredor a lousa verde, onde eram anotada as regras locais, as normas, as torturas e todas as atrocidades ocorridas no local...
Em apenas dois anos de governo milhares de pessoas foram assassinadas, dizimando quase por completo essa nação... Agora entendia perfeitamente porque o Camboja estava nessa situação de miséria... Sai do museu atordoado com o que vi... Ainda ia visitar o ‘Killing Fields’... O local em que os presos torturados no S21 eram levados para serem exterminados... Este local fica bem distante da cidade, e o motorista de tuc-tuc cobra em torno de dez a doze dólares pela ida e volta... Lá está um memorial com centenas de crânios de vítimas que foram decapitadas, um local chamado de Árvore Mágica servia para exterminar crianças...
E... Acho que agora é o momento de orar por essas pobres almas no memorial e partir de Phnom Penh...

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Cingapura - Relato Mochileiro

CINGAPURA

"Neste relato o Forasteiro fala de suas aventuras na moderna cidade asiática!"

DA MODERNIDADE

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Se antes eu achava KL o máximo, é porque ainda não tinha chegado à Cingapura, no país, ilha, cidade ou como preferirem...
Cingapura me frustrou intensamente! Acabou com minhas fantasias de criançinha, quando vovô já dizia: “São Paulo, é o futuro! Tecnologia, modernidade, imensa cidade dos arranha-céus...” blábláblá, blábláblá... Vovô nunca tinha saído do Brasil! Depois da minha visita a Cingapura, meu olhar sobre Sampa, nunca mais será o mesmo: A Avenida Paulista, o prédio do Banespa... Nunca mais quero escutar ‘trem das onze’, me sinto traído, e, todo esse desconsolo, por causa de uma ‘maldita’, ou melhor ‘bendita’ cidade do sudeste asiático: Cingapura!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Kuala Lumpur - Relato Mochileiro

KUALA LANPUR

"Neste relato o Forasteiro fala de sua aventuras para chegar na Torres Petrona!"

NOS METRÔS KL

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Estava prestes a deixar a Tailândia, de Hat Yai até Kuala Lumpur na Malásia iria de bus, leva uma noite de viagem, e, sabe estava com uma vontade louca de chegar a outro país, e logo na aduana, um informe aos turistas: ‘Agora você realmente vai conhecer a cultura do sudeste asiático!’ e eu bem sabia o que significava essa oração...

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Bangkok - Relato Mochileiro

BANGKOK

"Neste Relato o Forasteiro narra sua caótica estádia pela capital Tailandesa!"

DOS INSETOS ASIÁTICOS

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Vocês já devem saber que acabei criando certa implicância com a Tailândia, e toda vez que chego a Bangkok fico de mal humor devido ao asco! Sabe, lembro-me daquele desenho do pica-pau, em que um emaranhado de estradas se entrecruzam pela cidade formando um nó, e só resta a árvore do pica-pau para ser destruída, aqui a árvore do pica-pau já era!
Fico impressionado pela quantidade de cimento empreendida pelas vias da cidade, uma estrada por cima da outra, são mais de cinco contando o Skytrain, pontes infindáveis, que terminam ou começam do nada, se embolam e se desfecham em caminhos incompreensíveis!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ilha Kho Phi Phi - Relato Mochileiro

KHO PHI PHI

"Neste relato o Forasteiro fala da praia mais badalada do mundo!"

CERTA BIRRA

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Agora estou em Hat Yai, muito próximo da fronteira da Tailândia com a Malásia, e ainda fico com aquela mesma impressão dita anteriormente: "Parece que não estive na Tailândia!", estive na ilha de Kho Phi Phi, uma das mais famosas do mundo, local onde foram filmados diversos filmes hollywoodianos, e tudo que encontrei foi uma centena de turistas das mais diversas partes do mundo!